Na semana do Rock in Rio, nosso app mostra que o público acha que eventos do gênero são caros e comparece pouco a shows

Esta é a última semana do Rock In Rio, um dos eventos musicais mais esperados do ano no Brasil. A primeira edição foi realizada em 1985 com 15 atrações nacionais e 16 internacionais, com uma plateia de quase 2 milhões de pessoas. Originalmente organizado na cidade do Rio de Janeiro, foi idealizado pelo empresário brasileiro Roberto Medina. O evento chega em 2019 na sua 19º edição (contando as edições internacionais). Hoje, a programação do festival não tem mais o rock como única vertente, um estilo que é do gosto de muita gente no Quinto 55% dos usuários que votaram escutam rock.

Talvez isso explique outra opinião dos nossos usuários a respeito do Rock in Rio — 52% dos votantes acham que ele não é o maior evento de música do Brasil. Em 2019, o evento apresenta shows de estilos diversos como axé, funk, hip hop e outros, além do rock. Reflexo do comportamento dos apreciadores de música no País. No ano passado, segundo o Spotify, oito entre dez dos artistas mais ouvidos no Brasil foram do funk ou do sertanejo (ou de ambos). Zé Neto & Cristiano foram os líderes, ocupando a primeira posição, seguidos de Jorge & Mateus, outra dupla sertaneja. Em terceiro está Anitta.

Outra pergunta relacionada à grandes eventos de música mostra que o valor dos ingressos é um peso a ser considerado, já que 84% dos usuários deixam de ir a shows por causa do preço. E apenas 30% dos usuários do Quinto responderam que vão a esses eventos.

O rock já foi mais popular, principalmente na época em que os discos de vinil — os LPs — eram a forma mais popular de se ouvir música. O ano de 2019 será o primeiro ano desde 1986 em que as vendas de LP devem, no geral, superar a venda de CDs. Os dados são da Recording Industry Association of America (RIAA), órgão que contabiliza e pesquisa o consumo de música em diversas mídias.

Tais dados não abalam a liderança do streaming como consumo de música: 62% das vendas da indústria se deram no mercado fonográfico por meio de serviços de streaming, em contraste com somente 4% do rendimento na indústria musical através da venda de discos no primeiro trimestre de 2019. Dos votantes do aplicativo Quinto, 44% assinam serviços de streaming musical e 37% compartilham suas senhas.

Os serviços de streamings musicais possibilitam ouvir música em ‘tempo real’, ao invés de baixar o arquivo da canção no seu computador ou celular, o que ocupa espaço e exige tempo de download. Apple Music, Deezer, Spotify e Tidal são os mais utilizados entre os amantes de música. É o novo jeito de dar play em produtos de entretenimento. Isso também se verifica quando vemos que 70% dos usuários votantes do Quinto assinam alguma plataforma de streaming, que também servem para assistir séries e filmes.

Fique ligado no aplicativo Quinto, pois em breve você pode responder e debater se ainda compra CDs de música ou vinis para ouvir seu artista ou banda favorita.

 

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