A seleção brasileira de futebol feminino para a Copa do Mundo entra em campo neste domingo, e os jogos serão transmitidos pela TV e pela internet 

O time conta com atletas de destaque na modalidade, como Marta, Cristiane e Formiga – que disputará o torneio pela sétima vez, um recorde. As 23 jogadoras que compõem o grupo na França para disputar o mundial foram anunciadas pelo técnico Vadão no meio do mês passado, e prometem dar o destaque devido ao país do futebol.

O Brasil tem uma das maiores jogadoras de todos os tempos, Marta, que tem 14 indicações na lista da Fifa para o prêmio de melhor mundo e 6 conquistas do prêmio, sendo a maior vencedora até hoje. Entre os títulos, a seleção feminina ganhou seis vezes a Copa América e duas medalhas Olímpicas. Para os usuários do Quinto que responderam se a jogadora Marta é valorizada, 75% escolheram não. Ela é a maior artilheira da história das Copas do Mundo de Futebol Feminino (15 gols) e da história da Seleção Brasileira entre homens e mulheres, superando inclusive o Rei Pelé.

Para pressionar que os clubes apoiem times femininos, a Confederação Sul-Americana de Futebol decidiu que, a partir de 2019, todas as equipes brasileiras masculinas serão obrigadas a ter ou se associar a uma equipe feminina para participar da Copa Sul-Americana e Libertadores. Essa pergunta foi feita para os usuários do Quinto, e 79% das respostas concordam com essa obrigatoriedade.

Desde janeiro de 2019, todos os 20 times de clube de futebol participantes da Série A do Brasileiro precisam, por obrigação, manter um time de futebol feminino – adulto e de base. São 40 anos desde que o futebol feminino, ainda em 1979, deixou de ser proibido. Havia uma lei que restringia a “prática de esportes incompatíveis com a natureza feminina”. As equipes femininas devem disputar ao menos um campeonato oficial. Dos 20 clubes da Série A obrigados a formar equipe feminina adulta, seis jogarão o campeonato brasileiro A1 2019, a elite do futebol feminino no país.

Mais difícil do que conseguir manter uma alta performance, é conseguir audiência para os jogos. Dos usuários do Quinto que responderam se acompanham futebol feminino, apenas 16% responderam que sim. O futebol masculino é o esporte mais popular e rentável do Brasil, mas essa realidade não é a mesma na modalidade feminina. As atletas enfrentam os desafios do desinteresse de marcas, falta de infraestrutura para as equipes de base, falta de profissionalização e baixos salários.

Do outro lado da tela e da bola, as mulheres também se fazem cada vez mais presentes.

A Copa do Mundo de futebol feminino de 2019 já será histórica no mundo inteiro pelo investimento e visibilidade que as mulheres estão ganhando nesta área. Duas situações são marcantes: pela primeira vez, os jogos da seleção feminina serão transmitidos na Rede Globo, a maior emissora de televisão do país, e também pelo fato de mulheres serem incluídas para comentar as partidas. A Globo terá a voz de Ana Thais Matos na cabine. Uma questão quanto a isso foi feita no aplicativo Quinto, se as mulheres devem ter mais participações em coberturas esportivas, e ela teve 95% de respostas afirmativas. Mulheres também narraram jogos da Copa do Mundo de Futebol, no ano passado. E os usuários do Quinto que responderam se são a favor de mulheres na narração de jogos chegou aos 91% de sim do total.

 

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No Quinto você vota também:

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  • Você é a favor de mulheres em narrações de jogos?
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  • Você concorda com o apoio do Exército brasileiro em esportes olímpicos?

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